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Resenha – #Junkie

Publicado em 17 de abril de 2017
- Sem classificação

Livro: #Junkie | Autora: Cambria
Hebert | Lançamento: 2016
Editora: Cambria Hebert Books, LLC  | Páginas: 542| Classificação do Goodreads: 4,39 |
Onde comprar: Amazon

 *Ebook
do acervo pessoal
A
dica de hoje vai para um romance delicinha, que como costumo dizer “li em uma
sentada” e fiquei babando pela continuação. #Junkie, da Cambria Hebert, é um romance gay que tomei todo em um só gole e
ainda fiquei com sede, é aquele tipo de romance que você se apaixona até pela barata,
se por acaso ela decidir aparecer.


Cambria Hebert
também é autora da série #Hashtag,
muito conhecida lá fora e com muitos fãs espalhados pelo mundo. Ainda não li,
mas não por falta de recomendação, afinal a Cambria realmente tem uma narrativa
viciante e rápida que conquista mesmo, e pelo menos em #Junkie os personagens
são muito bem desenvolvidos e o romance bem trabalhado, então consigo entender
o motivo de tanta gente gostar dela. Em
#Junkie também encontramos personagens da série #Hashtag, na verdade o
personagem principal, Drew, é irmão de uma das mocinhas que protagonizou em um
dos livros de #Hashtag. 
Quando
comecei a leitura não tinha percebido que #Junkie também fazia parte de uma série,
fiquei tão feliz quando soube, li ainda com mais vontade, afinal o casal me
conquistou totalmente e só queria mais e mais de Drew e Trent, nada mais justo
depois de um final como o de #Junkie. Só poderia haver uma continuação, ou caso contrário a autora estaria nesse momento recebendo uma cartinha minha, estrelada com vários
xingamentos.

Então,
#Junkie será sobre a história desses dois melhores amigos, Drew e Trent que apesar
de não serem amigos desde crianças, têm uma ligação tão forte quanto uma
amizade dessas geralmente possui. Juntos formam aquele tipo de amigos que
sempre estão acobertando as costas um do outro. Ah, claro, não posso deixar de
fora um pequeno detalhe, ambos são héteros. É isso mesmo, ambos se relacionam
com mulheres, e até certo momento não existe sinal de atração um pelo outro.
Esse
detalhe, de ambos não perceberem que a ligação deles ultrapassa uma ligação de “apenas
amigos” torna a leitura e o desenvolvimento do relacionamento entre os dois
ainda melhor. Na verdade, tudo começa a mudar a princípio com o Trent, que depois
de uma noite percebe que sente muito mais que amizade pelo melhor amigo. Mas
como abordar ou admitir algo que ele nunca poderia ter previsto? Como lidar com
esse tipo de sentimento?  Que não só vai
alterar sua vida, mas o relacionamento entre ele e Drew.

“I
felt him on a different level. I shied away from saying a soul-deep level even
though that’s what I suspected. His energy charged mine. Kind of like a battery
being plugged in. It was impossible not to feel his presence.”

Trent
decide então pagar pra ver, afinal se ele sente atração por Drew será que
sentiria algo por outro homem também? Para tirar a prova real ele vai se testar
ao visitar um clube gay, e descobre que afinal de contas se sente bem no local,
e não deslocado como pensou que ficaria. Nesse momento da leitura Trent encara
os fatos, que vai viver sua vida sem negar quem ele é e o que ele sente, mas
que apesar disso não vai arriscar sua amizade revelando a Drew o tamanho de sua
atração por ele, talvez até mesmo algo mais profundo que apenas atração. 
Porém,
o que ele não esperava e o que Drew também não esperava, de forma alguma, era
cair como que de paraquedas bem no bar gay onde Trent está tentando paquerar
com outro homem, em uma tentativa bem ruinzinha de esquecer por um momento seus
sentimentos por Drew.
De
repente, como acontece naqueles plot twist arrasadores, Drew ao se deparar com a
cena e com o local onde ele está e onde seu melhor amigo está, se vê em uma
crise de ciúmes sem igual por Trent!! Nossa, gente essa foi uma das cenas que
mais vibrei, sabia que o que aconteceria a partir daí mudaria e muito o
relacionamento deles.
Apesar
dessa virada de acontecimentos, as coisas vão tomando um rumo natural. Depois do
que acontece, Drew e Trent não vão se jogando nos braços um do outro, afinal os
dois ainda precisam descobrir esse novo sentimento que invadiu a vida de ambos
sem ao menos um pedido de licença.
Mas
o que fica claro desde o início é que ambos são almas gêmeas um do outro, e o
que quer que aconteça no caminho deles, eles vão passar por cima para ficarem
juntos.

“Love
does take. Loving someone takes strength. Love takes hard work. And sometimes…
Love takes sacrifice. I remember thinking, feeling the only thing worse than
being with Drew was being without him.”

Como
falei antes, #Junkie faz parte de uma série, a GearShack, ela é composta por cinco livros sendo os dois primeiros
livros sobre o romance entre Drew e Trent. Os outros livros são com personagens
que aparecem no decorrer de #Junkie e em sua continuação, #Rev. Mal
posso esperar para ler #Rev, na verdade mal posso esperar para ler toda essa série!
Como
sempre falo nas minhas resenhas de romances gays, para quem não tem costume de
ler esse gênero, não fiquem acanhados e arrisquem-se, certeza que não irão se
arrepender.

“You’re
my person,” he concluded after a moment of silence. “My exclusive person.” I
laughed. “Your exclusive person, huh?” He nodded.”

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12 Comentários

  • Alessandra Fernandes

    Não sei se eu me apaixonaria por uma barata. Não, definitivamente, não me apaixonaria por uma barata, mas enfim… Achei a história bem natural. Li somente um romance que possuía um casal gay e achei lindo. Com a dica de hoje, e como foi escrito o desenrolar na trama, logo você me deixou curiosa. Já adicionei na listinha de desejados.
    Bjos, Gabi!

    17 de abril de 2017 às 17:52 Responder
  • Aichha Carolina Pereira

    Oi Gabi
    Uma premissa bem diferente e com certeza vem agradando a várias pessoas. Achei as capas da série lindas e tem uma pega de revista de moda.
    Já tentei ler livros do gênero e não gostei muito, mas talvez seja a história em si que não ajudou.
    Beijos

    17 de abril de 2017 às 19:50 Responder
  • Lili Aragão

    Oi Gabi, a história parece ser leve e divertida e achei sua resenha bem animada… não é um gênero que tô acostumada a ler, assim por enquanto vou ficar só acompanhando as resenhas, quem sabe no futuro eu arrisque 😉

    17 de abril de 2017 às 20:33 Responder
  • Cristiane Dornelas

    Essa série eu não conhecia e ahh, adoro romance gay mesmo e é só falar em livro assim que já quero ler xD
    Sou louca? Sei lá, mas acho legal quando tratam do tema de uma forma que a gente possa ver que amor é amor, promover uma aceitação tanto dos outros quanto da pessoa por si mesmo e etc.
    Achei legal a história desses dois. Por serem amigos e por não terem esses sentimentos de cara, a descoberta e etc. Torna tudo mais interessante, mais bonito. E fiquei curiosa com essa cena do clube! Só imagino a confusão que foi…
    Parece uma história muito boa e gostaria de ver mais coisas dessa série agora.

    17 de abril de 2017 às 21:59 Responder
  • Ludyanne Carvalho

    Não li praticamente nada desse gênero; o único que li, faltou aprofundar mais a questão do homosexualism, diferente dessa série que parece aprofundar e divertir. Fiquei bastante curiosa em relação a escrita da Cambria (autora que eu desconhecia até então), e essa série. Vou indicar para os amigos. Mas não vou me apaixonar por barata se ela aparecer não kkkkk.

    18 de abril de 2017 às 00:36 Responder
  • Leonora Oliveira

    Esse tipo de livro eu raramente leio, mas quando vejo que tem uma história que irá me surpreender, não hesito e me jogo! #Junkie me parece ser incrível, não só por seus tantos elogios, mas também pela história em si. Dois rapazes que estão se descobrindo e ver se apaixonando pelo melhor amigo deve ser muito bonito e romântico de presenciar. Vou procurar para ler também.
    Beijos!!

    18 de abril de 2017 às 00:53 Responder
  • Kris Soares

    É sempre lindo quando as amizades se tornam algo mais nos romances, fiquei muito curiosa para ler, mas vi que você leu em inglês, será que não tem traduzido ainda?

    18 de abril de 2017 às 09:43 Responder
  • Caroline Garcia

    Confesso que não curto muito ler sobre esse mundinho.
    Mas o romance parece ser bem delicinha e muito bem construído.
    Não conhecia a obra ainda e confesso que fiquei com uma certa curiosidade.
    Vou procurar saber mais sobre a série e sobra a autora.
    Beijos,
    Caroline Garcia

    18 de abril de 2017 às 16:49 Responder
  • Marlene Conceição

    Oi Gabi.
    Essa será umas das minhas próximas leituras, adorei saber que apesar deles sentirem essa atração sem igual não vão correndo um para o braço do autor e que ha sim ele desenvolvimento natural de sentimentos, simplesmente adorei.
    Bjs.

    22 de abril de 2017 às 02:04 Responder
  • Priscila Tavares

    Oi Gabi, tudo bem?
    Acho que nunca li romance gay. Apesar de gostar de romances, não rolou a química necessária pra me fazer ler esse livro.
    P.s. Gostei da capa
    Beijos
    Quanto Mais Livros Melhor

    23 de abril de 2017 às 20:51 Responder
  • Leituras da Ketellyn

    Já li alguns romances gays e a maioria dos que li eu gostei, não conhecia esse e não li nenhum da Cambria Hebert, mas depois de ler a sua resenha vou procurar por ele e vou ler, adorei a capa do livro.

    29 de abril de 2017 às 23:03 Responder
  • suzana cariri

    Oi!
    Ainda não conhecia essa serie, mas a capa dela logo me chamou atenção, achei diferente o modo como a autora nos trás esse romance gays, pois já tinha lido algumas resenha de livro com o mesmo tema e essa foi uma das historia mais diferente que vi !!

    1 de maio de 2017 às 18:17 Responder
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