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Para Ficar de Olho – Everything Under The Sun

Publicado em 26 de outubro de 2017
- Distopia, E-book, Em Inglês, New Adult, Para ficar de olho, Romance, Suspense

LIVRO ESPECIALMENTE INDICADO PARA  leitores que gostam de ser bombardeados com sentimentos controversos, fazendo suas emoções e pensamentos confundirem-se em reflexões sobre como vivemos e como queremos viver. Recomendado para quem gosta de romance e futuros distópicos em que a vilania humana ganha destaque e o todo o bem do mundo parece ter desaparecido, mas que, conforme os personagens evoluem, notam que as coisas não são tão preto no branco assim.

Nas noites mais frias e escuras, nas tardes mais ensolaradas e vivas, nos momentos de maior solidão que vocês já se encontraram, faça chuva ou faça sol, aí no fundo de seus corações… o que vocês acham que existe mais no mundo: a bondade… ou a maldade?

Distopia é, por definição, um local ou mundo imaginário em situações hipotéticas em que se vive momentos desesperadores, com excesso de opressão, seja ela de um líder, um parente ou relação, e também perdas em demasia – sejam perdas essas as vidas de pessoas queridas, perdas de características que são humanas, ou perdas de aspectos tão nossos que não podemos nos imaginar vivendo sem.

Qualquer demonstração de um social no futuro que seja rodeado por circunstâncias de vida intoleráveis é cabível como uma demonstração distópica. Essas demonstrações são úteis para mais do que entreter, mais do que fazer o leitor segurar um livro em mãos por horas e horas sem querer largar – elas servem para que se faça e analise de maneira crítica a sociedade atual em que vivemos, além de ridicularizar as utopias, enaltecendo os seus males e refletindo que não há lugar perfeito ou ideal para se constituir uma vida.

Com meus olhos fechados eu procurei pela boca dele, e ele me beijou com tanta paixão e amor que ele nunca teria que dizer que me amava enquanto vivermos, e eu sempre saberia que ele me amava.

Pensando nisso, como é que vocês lidam com livros ou filmes distópicos? Vocês gostam de seus extremos, suas situações tão exploradoras e descabíveis, horríveis e mesmo assim, tão palpáveis? A minha experiência com livros e filmes e seriados nesse estilo é ótima e, perdendo apenas para fantasia, é meu gênero favorito de qualquer coisa. Estou acostumada com seus alicerces, seus meios de chocar e pôr em cheque a realidade em que vivemos e a realidade nas páginas, criada pelo autor. E se você também é chegado a esse estilo de livro, sabe que, junto e por meio dos personagens, nós passaremos por tudo o que pode ser necessário na luta pela sobrevivência: nos acostumaremos a fome, a sede, e nos habituaremos a violentações psicológicas e físicas; temos muita chance de sermos amigos íntimos da solidão e da tristeza, apesar de nunca esquecermos das verdadeiras amizades e amores de quando os tempos eram outros, e tantos mais diversos desafios. Nós sabemos – eu sei – que esse tipo de leitura trará reflexões quanto ao meu dia a dia.

Contudo, não recordo-me de nenhuma leitura distópica que tenha feito eu me reencontrar  com os meus conceitos, com o amor e o que penso dele, com a nossa fé e a minha concepção particular de fé, de Deus, da bíblia, e de tudo o que acho mais precioso em nossa existência e em mim mesma de forma tão bruta.

Mas como você pode estar em guerra com Ele, eu disse gentilmente, se você não acredita n’Ele?

É comum que um livro distópico desperte sentimentos negativos e angustiantes em quem o lê, pois esse tipo de leitura mostra e exalta os podres da humanidade, o podre em ser o humano e o podre no ser humano; o incomum é um livro do gênero inspirar esperança.

E Everything Under The Sun conseguiu.

Tudo o que está sob o sol… será seu um dia.

A Terra não é mais a mesma. Depois que uma doença consumiu grande parte da população e nações e capitais foram dizimadas, se iniciou uma corrida pela sobrevivência. Uma fração da população continuou em grandes centros, outras fugiram para lugares menos povoados, e um total assustador virou canibal ou simplesmente batedores, matando viajantes e quem quer que se atreva a passar por eles.

É importante ressaltar a escassez de mulheres que há nessa história – elas eram sequestradas e vendidas, nas melhores hipóteses, destinadas a poderosos e ambiciosos e sanguinários homens que colecionavam-nas como objetos de alívio, de prazer, e aparatos para a continuação da espécie. Fora isso, com um mundo sem as facilidades do nosso, com energia e refrigeramento e ferramentas descontaminadas, muitas morreram com infecções e com os partos.

Nunca deixe um homem pegar de você algo que não pertence a ele. Eles estão tomando tudo o que resta. Você é tudo o que você tem.

Reparem nas diferenças dessa Terra com a Terra que hoje vivemos – mas, principalmente, notem as horríveis semelhanças.

Reparem que há quem acredite em um Deus, mas há aqueles que erguem seus punhos e choram lágrimas de culpa e angústia pois, se existe mesmo um Deus, como ele permitiria que seus filhos sofressem tanto?

Vá se foder, eu disse como se o Deus em que eu não mais acreditava estivesse ouvindo. VásefoderVásefoderVásefoderVásefoder.
Obrigado, mas vá se foder.

Jessica nos presenteia com dois pontos de vista – o de Thaís, uma jovem cheia de fé e determinação, sempre inclinada a fazer o certo e fazer o bem a qualquer um, mesmo que aquele um em especial tenha lhe feito mal. E o de Atticus, um militar numa cidade em que os homens são muitos e as mulheres são poucas, com um forte senso de justiça e moral que luta constantemente com as coisas ruins que ele tem que fazer para sobreviver a uma sociedade abusiva, principalmente o mal que ele faz a uma jovem em especial.

Uma coisa que amei sobre esse livro é que ele nos dá as visões dos dois personagens ao mesmo tempo, coisa que fico a cargo de nossa imaginação em todas as outras leituras que fazemos. A autora organizou de modo maestral os capítulos em que os pensamentos de Atticus e Thais apareciam – o pensamento de um deles ficava entre parênteses, e o de Atticus, por exemplo, estaria em negrito, enquanto de Thais possuía a formatação normal. Este modo de narrar a história fora importantíssimo e me proporcionou uma leitura extraordinária – saber o que ambos pensavam e sentiam nas mesmas situações, nas mesmas passagens, é um ganho muito grande para todo o enredo e para o leitor.

– Se eu pedisse para você me beijar de novo, você beijaria?
– Eu… não sei, Thais. (A mentira do século).
Eu sorri, e perguntei-me se ele podia sentir a forma dos meus lábios enquanto pressionava meu rosto contra seu peito.
(Eu sorri, apenas em pensamento, e perguntei-me se ela pode sentir, com sua cabeça estando tão próxima de meu coração.)

Nos livros que costumamos ler, não importa o gênero ou o foco, é comum vermos a luta do bem contra o mal, o grupo bom combatendo o mau, seus ideais em disputa e contradição. No mundo devastado de Redmerski, vemos essa briga dentro de nossas personagens, o que é muito mais intenso e pessoal. É visceral e um martírio, pois eles enfrentam esses pensamentos e ações a todo segundo, enfrentando tudo o que mais amam e odeiam sobre si mesmos sem descanso, o que se torna uma tortura – e não de um modo maléfico, mas de um modo de esgotar nossas emoções e sentidos – para os leitores também. Porque mesmo que não percebamos, temos pensamentos de luz e de trevas todos os dias. Porque mesmo que não percebamos, lutamos com o que sentimos e o que amamos e odiamos sobre nós, sobre a vida, sobre os outros e o que queremos todos os dias.

Contudo, a revelação que os personagens têm – e que os leitores podem ter também, já que não é um insight que todos encontram de forma fácil – é que ter esses pensamentos, essas batalhas diárias e incessantes, não significa que temos mais inclinação a fazer o mal do que a fazer o bem.

Não.

Apenas significa que não importa a situação, nunca deixamos de ser humanos.

O mundo nunca realmente ficou sem bondade. A maldade apenas sempre pareceu superá-la. As escalas sempre estiveram apontadas para a direção errada. E assim permanecerá até que… bem, acho que até pessoas suficientes se erguerem e mudarem isso.

Com quatorze páginas de anotações e trechos sobre uma história tão crua e emotiva, ainda não sei definir se o livro fora bom ou ruim. Ele me machucou e me curou, me mostrou a impiedade do mundo e da vida e, ao mesmo tempo, que somos agentes e que temos potencial para realizarmos o que quer que desejamos. Ele foi uma palheta de cores quando tudo parecia preto e branco, e minhas sensações com ele são tão contraditórias que não sei se esse colorido me alegrou ou acabou por me deixar perturbada.

Um livro que me deixou em lágrimas de tristeza e de esperança, com sorrisos alegres e amargos e de coração partido e remendado por tudo o que somos e podemos fazer, Everything Under The Sun é mais do que um romance sobre duas pessoas completamente diferentes – é sobre a ambiguidade de nossa alma.

 

 


Título: Everything Under The Sun
Autora: Jessica Redmerski
Lançamento: 2017
Editora: Auto-publicação
Páginas: 875
Sinopse: Thais Fenwick tinha onze anos quando a civilização caiu, devastada por um vírus que matou a maior parte da população mundial. Por sete anos, Thais e sua família viveram em uma comunidade de sobreviventes no coração das Montanhas Appalaches. Mas quando a cidade dela foi atacada por assaltantes, ela e a irmã cega são levadas para o território central-leste onde ela é destinada a viver de um modo cruel e injusto sobre o qual sua mãe a alertara.

Atticus Hunt é um soldado perturbado da cidade de Lexington, que passou os últimos sete anos tentando se conformar com a natureza perversa dos homens em uma sociedade pós-apocalíptica. Ele sabe que para sobreviver, ele deve abandonar sua moral e sua consciência e ser como aqueles que o rodeiam. Mas quando ele conhece Thais, moral e consciência vencem a conformidade e ele arrisca seu cargo e sua vida para ajudá-la. Eles escapam da cidade e traçam juntos uma longa e perigosa jornada para encontrar segurança em Shreveport, Louisiana.

Esforçando-se para sobreviver em um mundo sem eletricidade, comida, abrigo e água limpa, Atticus e Thais deixam de lado o medo de se aproximarem e se apaixonam perdidamente. Mas pode o amor sobreviver em tempos tão sombrios, ou está fadado a morrer com eles?

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19 Comentários

  • Mariele Antonello

    Gosto de livros que a história me faz refletir e livros de romance e distopia, então acabei me interessando em ler este livro, após ler sua resenha.
    Parece ser uma história muito boa, sem dúvidas pretendo ler Everything Under The Sun, pois acredito que irei gostar da história.

    26 de outubro de 2017 às 22:49 Responder
    • Layla Magalhães

      Torço para que você leia e goste mesmo, Ma! É um livro que vale a pena de verdade, e se você quer refletir, quer romance e distopia, esse é o livro certo.

      Beijos e obrigada pelo comentário! 🖤

      1 de novembro de 2017 às 08:10 Responder
  • Gabrielle Batista

    Depois de Suspense a distopia é meu gênero favorito <3 justamente pelo fato de proporcionar críticas sociais e mexer com nosso emocional.
    Amo livros e filmes distópicos, lido muito bem com seus extremos e se tem uma coisa que as distopias fazem comigo, é abalar meu psicológico (ADORO haha).
    O história do livro me atraiu muito e acho que minha lista de desejados cresceu mais uma vez! Estou interessada em me aprofundar na questão religiosa e em como os personagens conseguem superar as dificuldades nesse mundo.
    Ótima resenha 😀 😀 😀

    26 de outubro de 2017 às 23:50 Responder
    • Layla Magalhães

      Distopias abalando nosso psicológico desde sempre, G! Hahaha não sou muito fã de suspense porque sou ansioooosa demais, mas curto também!

      Tomara que você consiga ler esse livro, acho que você vai curtir (principalmente porque ele abala MUITO o psicológico alheio 🤣).

      Obrigada pelo comentário e elogio, querida!

      1 de novembro de 2017 às 08:07 Responder
  • Ludyanne Carvalho

    Uau… Saudades das suas resenhas, Layla.
    Até gosto de distopia, mas acaba ficando pra trás na minha lista de prioridades. Acho que nesse caso até preferia o filme.
    Mas essa resenha, esse livro… Fiquei com vontade de conhecer. Os trechos são maravilhosos, a escrita da Jessica parece ser muito boa.
    E todos esses questionamentos e sentimentos que você nos traz… E nunca li nada com esse tipo de narração, e parece interessante.

    Beijos

    27 de outubro de 2017 às 21:24 Responder
    • Layla Magalhães

      A escrita da Jessica é incrível mesmo. Talvez você conheça alguns outros livros dela… Entre o Agora e o Nunca e os livros da série Na Companhia de Assassinos são livros dela publicados por aqui.

      Eu também fiquei bem surpresa pelos questionamentos e pela narração, Lu! Ainda mais pela esperança que a distopia gerou. Se comparado a Jogos Vorazes, Divergente e outras tantas por aí, esta teve feitos inéditos.

      Fico feliz que tenha achado interessante e torço pra que alguma editora compromissada traga-o para cá.

      Beijos grandes, lindona!

      1 de novembro de 2017 às 07:41 Responder
  • Gabriela Souza

    Oi! Super me identifiquei contigo. Distopia é um dos meus gêneros favoritos, ficando atrás apenas de fantasia e suspense. Adoro histórias sobre vírus que destroem a humanidade, mas confesso que nunca li algo em que a luta entre o bem e o mal acontece dentro das próprias pessoas. Achei diferente, e por isso fiquei curiosa para ler. Beijos

    29 de outubro de 2017 às 18:25 Responder
    • Layla Magalhães

      Acho essa luta entre e o bem e o mal super interessante, G! Li outro livro esse ano que mostrava um pouco desse vislumbre, O Ceifador, e achei sensacional.

      Ele é diferente em muitos quesitos, e muito trágico, mas é uma distopia super válida. Espero que você tenha a oportunidade de lê-lo 🖤

      Beijos grandes!

      1 de novembro de 2017 às 07:37 Responder
  • Marlene Conceição

    Oi.
    Eu não costumo ler muitas distopias, porém sempre que leio, sou surpreendida pelo universo criado por esses autores, eu adoro o fato de que você teve esses sentimentos controverso, isso quando acontece comigo, me leva a refletir bastante sobre o assunto discutido nos livros, mas enfim, eu adorei a premissa, a capa e a resenha, por isso quero muito ler o livro.
    Bjs.

    29 de outubro de 2017 às 21:42 Responder
    • Layla Magalhães

      Espero que você realmente consiga lê-lo, Ma! Ele vale a pena por tudo isso que você ressaltou e muito mais.

      Beijos e obrigada pelo comentário 💙

      1 de novembro de 2017 às 07:35 Responder
  • Pamela Mendes

    Eu estou meio cansada de Distopias, e estava fugindo um pouco do gênero. Mas fiquei bem interessada nesse livro, essa “terra” da história parece ser horrível, e é angustiante até pensar nisso. E pelo jeito, os personagens do livro foram muito bem construídos, e realmente deve ser intenso ver essa luta dos personagens. Eu amo os livros da autora, e fiquei com bastante vontade de ler esse livro. Espero que ele seja lançado aqui =D
    Bjss ^^

    29 de outubro de 2017 às 23:38 Responder
    • Layla Magalhães

      Esse livro é uma mistura de Na Companhia dos Assassinos e Entre o Agora e o Nunca: muito sangue e morte e amor e sofrimento, Pamela! É diferente das muitas distopias que tem por aí e acho que você pode gostar.

      Tô torcendo pra ser lançado tbm, apesar de não saber qual editora o faria 😭 a que publica NCDA por aqui vive de Stephen King e esqueceu da Jessica.

      Beijos e obrigada pelo comentário 🖤

      1 de novembro de 2017 às 07:33 Responder
  • Paula Shima

    Fiquei curiosa para ler esse livro que traz tantas contradições, uma mistura de sentimentos. Gosto de distopias, faz a gente refletir mais sobre nossas vidas. Fiquei com vontade de ler, descobrir a dualidade dos personagens, suas trajetórias e também o final.
    Um beijo

    31 de outubro de 2017 às 01:02 Responder
    • Layla Magalhães

      Espero que você tenha a oportunidade de lê-lo, Paula! É um livro extraordinário e a autora merece mais reconhecimento. Beijos!

      1 de novembro de 2017 às 07:31 Responder
  • rudynalva

    Layla!
    Particularmente gosto dos livros que nos fazem questionar certos paradigmas da nossa vida, que nos estapeiam e ao mesmo tempo, nos colocam para refletir sobre a realidade transcrita no enredo.
    E em sendo distopia, gosto muito, embora ache que a participação manipulativa do governo por traz de todas as distopias, sejam intrigantes e questionáveis.
    Desejo uma semana maravilhosa e florida!
    “Para saber uma verdade qualquer a meu respeito, é preciso que eu passe pelo outro.” (Jean-Paul Sartre)
    Cheirinhos
    Rudy

    31 de outubro de 2017 às 01:03 Responder
    • Layla Magalhães

      Ele é isso mesmo, Rudy! Uma queimadura e um pano quente sobre feridas ao mesmo tempo. E gostei do seu ponto sobre o governo, embora nesse livro o governo não seja lá muito civilizado e quase inexistente. A priori, o eu é que importa, e não o conjunto, portanto o militarismo é bem egoísta nessas páginas.

      Distopia é um gênero incrível de fato. Você disse tudo.

      Beijos grandes

      1 de novembro de 2017 às 07:30 Responder
  • Isabela Carvalho

    Olá Layla 😉
    Mulher, amo suas indicações… todos vão para minha infinita lista de leitura kkkkk
    Realmente é incomum um livro desse gênero inspirar a esperança, como você disse, mas Everything Under The Sun parece fazer isso e mais! Parece ter de tudo, inclusive um romance, que é o que gostamos haha
    Não sei como não conhecia o livro ainda, pois adoro a escrita da autora. Gostei que você disse que o livro mostra a visão dos acontecimentos por meio de dois personagens diferentes em muitos sentidos. Achei pelos seus comentários que o livro parece uma mistura de O Conto de Aia e A Hospedeira (não sei se está certa essa minha visão haha), mas adorei e já quero ler!
    Abri outra aba aqui para adicionar ele na minha lista do skoob *-* obrigada mesmo pela indicação!
    Bjos

    31 de outubro de 2017 às 15:56 Responder
    • Layla Magalhães

      Oi Isa, querida! Pois bem, a Jessica não lançou há muito, acho que por isso você não conhece. Eu estava na torcida pra que ele fosse lançado logo por aqui, mas a editora responsável nem terminou de publicar ITCOK, então desanimei.

      É um livrão, Isa! E não li Conto da Aia ainda, apesar da Krisna ter mandado preu ler, mas te digo se tem relação mesmo!

      Espero que você leia e goste. E prepare os lencinhos!

      1 de novembro de 2017 às 07:27 Responder
  • Micaela Silva

    olá!
    adoro uma distopia, parece até que não canso de ter uma visão aterradora de um futuro não tão distante. Adorei conhecer esse livro, com certeza o leria.. Já que falou de distopias vou deixar uma ultima que li agora pouco chamada o conto da aia, um livro arrebatador. tenho certeza que gostará de lê-lo se já não o tiver feito. beijos

    31 de outubro de 2017 às 22:32 Responder
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