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O que achei de – A Chegada e Elle

Publicado em 3 de dezembro de 2016
- Sem classificação
Bom
mesmo é conversar sobre livros e filmes, certo?
Para
mim não há nada mais prazeroso do que dividir com vocês minhas descobertas
literárias e cinematográficas.
Como
uma boa amante de ambos, sempre tento estar por dentro das novidades que rodeiam
esses mundos.

Então
a dica e novidade de hoje é sobre duas apostas que poderão concorrer na
categoria de melhor atriz no Oscar de 2017. As atrizes Amy Adams e Isabelle
Huppert
, foram incríveis em suas interpretações e por enquanto elas estão na
minha lista de aposta.

Dois
filmes que me surpreenderam de maneiras bem diferentes.

A Chegada,
traz um tema que sempre vou amar ver nos cinemas, a existência de vida em
outros lugares além da Terra, o bom e velho e.t.
Como
a boa nerd que sou, filmes com temáticas de alienígenas sempre me fisgaram,
seja uma ameaça a terra, um aviso, ou até mesmo um etzinho perdido por aqui.
Porém,
em A Chegada me deparei com uma história
totalmente inovadora, que me deixou arrepiada e fez minha cabeça dar voltas com
as reviravoltas da trama. Para completar o filme tem uma fotografia de tirar o
folego, o que era de se esperar já que diretor de fotografia é o mesmo de Árvore da Vida, incrível.  Em mais de uma ocasião me perdi nas imagens e
desejei estar dentro delas. Vale salientar que o roteiro está tão fantástico
quanto a fotografia.
Outra coisa que foi incrível seria a interpretação da Amy Adams, ela brilhou no papel. Deu vida às dores e angústias da personagem, sem ás vezes nem precisar existir um diálogo. 
Voltando
a trama, o que vocês precisam saber para atiçar a curiosidade de vocês é o
seguinte: nem tudo é o que parece.

A
próxima dica, e minha outra aposta será Elle.

Thriller
psicológico é o tipo de gênero que sempre agrada a muita gente, mas Elle é diferente de muitos filmes que já
vi nesse estilo.

A
atriz passa para sua personagem uma realidade brutal. Michèle, a personagem, é
uma mulher determinada, complexa e controversa. Em seus 50 anos dirige
uma empresa que trabalha na criação de gráficos para vídeo games. Mantém sempre
por perto sua melhor amiga, um amante que a despreza, e o ex marido que batia
nela. Convive com todas essas pessoas que a cercam como se tudo fosse bem
natural, então quando ela é agredida e estuprada dentro da própria casa, isso é
apenas um obstáculo, que ela logo deixa de lado para seguir sua vida, como se
nada houvesse acontecido. Vamos descobrindo aos poucos que a personagem já é
vacinada contra traumas desde pequena, logo entendemos algumas de suas
atitudes. 

Michèle
se comporta de forma tão estranha, mas tão natural para ela, que se torna uma
personagem difícil de entender. O filme nos atiça quanto ao que é moral e
imoral, o bem e o mal. E até que ponto permitiríamos nosso instinto natural
ficar com rédeas soltas.
Se
vocês amam Thriller psicológicos não deixem esse passar sem notar.

Espero
que gostem das dicas e aproveitem o final de semana para aproveitar uma das
duas, é filme bom na certa! 😉

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1 comentário

  • Isabelle Ribeiro

    Gostei de Elle… Parece que poderia render um bom dark… Beijao!

    5 de dezembro de 2016 às 01:57 Responder
  • Deixe uma resposta