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Resenha – Esqueça o amanhã

Publicado em 12 de abril de 2017
- Sem classificação
Livro: Esqueça
o Amanhã | Autor: Pintip Dunn |
Lançamento: 2017 | Editora: Galera Record  Páginas: 384 | Classificação do Skoob: 3,9 | Onde comprar: Submarino | Saraiva
*Livro
do acervo pessoal
Esqueça o Amanhã
foi um livro que me despertou muita curiosidade quando li a sinopse. Achei a
premissa interessante, fiquei com aquela sensação de que o livro prometia uma
aventura surpreendente e de tirar o fôlego. O arremate final veio quando vi a
capa, gente, que capa mais linda! Então eu li o livro… E minha opinião mudou.

 Quando
a gente lê a sinopse, coisa que confesso não fazer com frequência, a gente fica
com a ideia de que o livro é uma espécie de distopia fantástica ou algo do
gênero. No livro a história se passa em uma sociedade futurística que desenvolveu uma
maneira de receber, no presente,  uma ‘memória
do futuro’. Essas visões determinam todo o curso da vida do sujeito, pois, se a
pessoa se vê como uma professora de matemática, por exemplo, mas na verdade
gostaria de ser atriz e estuda para isso, ela larga tudo e passa a viver de acordo
com todas as condições que a levem a realizar aquela visão. Entendem? Não
importa se ela quer aquilo, se ela acredita naquilo. Se aparece na memória,
impreterivelmente precisa acontecer na vida real.

“Às vezes parece que passei a minha vida inteira
esperando fazer 17 anos. Meço meus dias não pelas experiências, mas pelo tempo
que resta até receber minha memória, a memória, aquela que deve dar significado
à minha vida”.

Callie
é uma adolescente muito apegada à família e que sonha ser uma chef de cozinha. Ao
completar 17 anos ela passa por todo o processo para receber a tão sonhada
visão do futuro, mas o que vê acaba se tornando seu pior pesadelo. Callie
descobre que, em um futuro não tão distante assim, será a responsável pelo
assassinato da irmãnzinha. Sim, aquela menininha por quem a protagonista é
loucamente apaixonada. Com medo de que a visão de fato aconteça, Callie se
entrega para as autoridades e é enviada para a prisão, uma espécie de limbo que
acomoda aquelas pessoas que cometeram um crime em sua visão, mas que até o
momento não fizeram mal a ninguém.

“- Você não terá direito a um advogado – diz o
policial. – Não será julgada em um tribunal. Sua memória futura serve como
indiciamento, julgamento e condenação”.

Acontece
que enquanto está trancafiada e passando por experimentos dolorosos, Callie conhece outras meninas que estão em condição semelhante, e
descobre que nem tudo é exatamente o que parece. A caça pelas pessoas ‘anormais’
– aqueles sujeitos que desenvolvem algum tipo de habilidade paranormal – vai tomando
uma forma cada vez mais cruel e misteriosa, e isso acaba motivando a
protagonista a fugir do limbo, e sair em busca de respostas.

A
fuga acontece com a ajuda de Logan, um jovem que anos atrás era um amigo
querido de Callie, mas que passou a ignorá-la depois de um acontecimento que
mudou para sempre o curso da vida do jovem. A princípio Logan deveria ter um
papel muito pontual na fuga, mas por conta de algumas complicações os dois
acabam se aproximando, e a partir daí passam a enfrentar juntos diversas
desventuras, com o objetivo de entender toda a conspiração que gira em torno
dessas ‘memórias do futuro’, os dois também fazem de tudo para impedir que Callie acabe matando
sua irmã.
Como
disse, super me interessei pela premissa. Mas durante a leitura a história foi
me decepcionando, não porque ficou aquém do que eu imaginei – na verdade gostei
da ideia da autora – mas porque o romance acabou tomando um espaço muito
grande, quando na verdade deveria ter ficado em segundo plano. Aqui as questões
políticas, a luta pela sobrevivência, a batalha em busca de respostas, as
intrigas e toda a questão da paranormalidade deveriam ser pontos principais da
trama. E tudo isso acontece, mas acaba perdendo o brilho porque a protagonista
se transforma numa ameba apaixonada, daquele tipo que esquece o próprio nome
quando está perto do carinha com costas largas e sorriso bonito.A luta pela sobrevivência deixa de ser o foco. A necessidade de desvendar os mistérios ou a importância de mudar o futuro que foi determinado deveriam perdem a força nesta história.

“A esperança, por mais irracional que seja, é uma
coisa poderosa. Quando as probabilidades estão contra nós, quando a batalha
parece insuperável, pode ser que só a esperança nos faça continuar”.

O
livro é ruim? Não achei. Mas me senti enganada, esperando uma coisa e recebendo
outra. Esperava um desenvolvimento maior envolvendo a sociedade retratada,
queria saber mais sobre as habilidades dos paranormais e sobre o que acontece
quando eles lutam para que suas visões do futuro não se realizem. O final com
um plot twist (previsível, diga-se de passagem) deixa a ideia de que, talvez, o
próximo livro seja mais interessante, e sinceramente eu torço por isso. Esqueça o amanhã foi minha segunda
decepção de 2017, e a autora precisa fazer melhor que isso para que a série
venha a valer a pena. Se indico o livro? Sim, claro. Mas aconselho que, quem
tenha interesse em ler, vá sem muitas expectativas. E que tenha muito claro em
mente que existe um romance que tende a ser enfiado forçadamente goela abaixo.

 

Resenha – Ao gosto do Chef

Publicado em 10 de abril de 2017
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Conto: Ao gosto do Chef | Autora: Marina Carvalho | Lançamento: 2017 | Editora: Amazon | Páginas: 80 Classificação do Skoob: 4,4 | Onde comprar: Amazon
*E-book do acervo pessoal –
Disponível no Kindle Unlimited
Olá,
pessoal!
A dica de
hoje é sobre uma leitura bem curtinha, mas super gostosa. O conto Ao gosto do
Chef, escrito por Marina Carvalho, promete saciar o apetite daqueles leitores
que curtem um romance muito bem construído.

A
história narrada em primeira pessoa fala de dois jovens que se encontram por
uma forcinha do destino (que às vezes desempenha também o papel de secretária e
amiga). Fernanda é a herdeira e presidente de uma rede de lojas de departamento,
muito comprometida com o trabalho, não costuma reservar na sua agenda tempo
para nada que não esteja relacionado ao que faz de melhor: cuidar das questões
das lojas, dos funcionários. Acontece que ser uma workaholic acaba cobrando seu
preço, e Fernanda precisa não somente repensar seus hábitos alimentares, mas
também suas prioridades com relação à própria saúde.
É aí que
surge João Marcelo. Não porque ele é um cara lindo, barbado, com um físico
daquele tipo capaz de causar inveja. Que saiba dançar e tenha um olhar sedutor
também não vem ao caso. João surge na história porque é um Chef super
capacitado, e por conta de algumas situações que o tiraram do caminho
profissional que havia traçado, ele aceita trabalhar como personal cuisine de
Fernanda. A missão é não somente cozinhar pratos saborosos e saudáveis, mas
tornar a rotina alimentar da jovem empresária mais satisfatória, diminuindo assim
os problemas de saúde que ela enfrenta.

Acontece
que Fernanda não estava negligenciando somente sua saúde. A vida amorosa?
Praticamente inexistente. Então, o que será que acontece quando duas pessoas
descompromissadas, atraentes, carentes e cheias de amor para dar se encontram?
Pois é, combustão. Entre pratos elaborados e vinhos que harmonizam muito bem
com o menu do dia, Fernanda e João vão descobrindo um pouco mais sobre quem são
de verdade. Seus desejos, suas vontades, necessidades… Vão descobrindo que
têm muito mais em comum do que imaginam.
Em 80
páginas Marina Carvalho desenvolve lindamente a trama. Apresenta personagens muito
bem construídos e uma história cheia de humor e romance. Tem drama? Tem sim,
mas daquele tipo que chega para dar um tchãn e permitir que a história feche
com chave de ouro. Uma leitura rápida, gostosa, muito fluida. Aquele tipo de
obra que é coringa para ler entre livros mais densos ou difíceis, ou para
quando a gente quer aproveitar aquele tempo mais curtinho que tem disponível.
Mas, olhem só, é provável que vocês terminem o conto com uma vontade imensa de
vê-lo transformado em livro. Ou, quem sabe, ter um personal cuisine para chamar
de seu.
“Um arrepio me perpassa quando João acaricia minhas costas nuas. Ele
estreita o abraço e encosta o rosto no meu. A barba faz cócegas em meu pescoço.
Sinto sua respiração reverberar por todo o meu corpo. O resultado disso? Ofego”.

Resenha – Quando A Bela Domou A Fera

Publicado em 7 de abril de 2017
- Sem classificação
Livro: Quando a bela domou a fera
Autora: Eloisa
James | Lançamento: 2017 | Editora: Arqueiro | Páginas: 320| Classificação do
Skoob:
 4,4 |
Onde
comprar:
 Amazon 
 *Livro do acervo pessoal
Fico tão feliz de
ultimamente está sendo surpreendida pelos romances de época lançados neste ano.
Até então, 2017 está sendo um ano de
novidades maravilhosas desse gênero, e estou curtindo demais tudo isso!

Eloisa James, é uma autora
bem conhecida internacionalmente e achei fantástico a Editora Arqueiro publicar algo escrito por ela em nosso país, muito merecido. Principalmente quando o determinado
livro é tão bom! Quem diria que a mistura
de A Bela e a Fera e House daria tão certo?  Mas até que faz sentindo, né? O Dr. House
é  meio que uma fera mesmo rsrs.
Para mim, essa jogada da
autora se espelhar no Dr.House para
bolar a personalidade do Piers, protagonista do livro, foi fantástica. Sou
muito fã da série (House), mas mesmo se não houvesse assistido, iria me apaixonar
da mesma forma pelo Piers. Seu jeito turrão, sarcástico e irônico até dizer
chega, são características que sempre me atraem em personagens masculinos. Então,
quando a Eloisa James somou essas características a uma inteligência fora de sério,
me apaixonei de vez. Assim como personagens sarcásticos me deixam excitada,
personagens que possuem um cérebro desenvolvido também deixam, talvez mais
ainda, rsrs.
Quando
a bela domou a fera
foi divulgado pela primeira vez, corri
logo para ler a sinopse, já que o título faz referência a um dos meus contos de
fadas favoritos.  Depois de ter lido a
sinopse, fiquei extremamente ansiosa pelo que vinha por aí, sabia que seria uma
recontagem bem legal do clássico, mas a leitura foi muito além de legal ou bem
mais que uma simples recontagem da Bela e
a Fera. 
A história me surpreendeu
do começo ao fim, e os personagens me prenderam tanto quanto a narração em si.
Piers Yelverton é um
conde recluso, e está muito bem obrigado, vivendo em seu palácio em Gales, onde
pode pintar e bordar sem ser submetido aos olhares da sociedade londrina. Morar
em Gales lhe dá a privacidade que precisa para ser quem ele é, além de lhe
permitir exercer a melhor medicina que é capaz, o que não é pouco. Em seu
castelo ele hospeda e trata pacientes de todo mundo, alguns estão bem doentes e
outros viajam dias apenas para escutar que vão morrer e que nada pode ser
feito, eles escutam exatamente isso do Piers. Nada de papas na língua para o
doutor, essa sua peculiaridade de ser extremamente sincero com seus pacientes
rende cenas divertidíssimas.
Fora trabalhar feito um
condenado, sentir dores na perna defeituosa durante todo o dia, Piers também é
professor de um bando de patinhos, quer dizer, de um bando de estudantes.
Patinhos é só um apelido carinhoso para o grupo de alunos, rsrs.
Como dá para perceber,
Piers tem uma rotina que o deixa confortável demais, até que Linnet chega afirmando
ser sua noiva, e mandando toda sua rotina pelos ares com sua língua afiada e
sua beleza desconcertante.

“(…). Nenhum homem
gosta quando quase perde a cabeça por causa de uma mulher. ”

Linnet não é uma mulher
qualquer, é uma versão feminina do Piers digamos assim, inteligente demais, e não
se preocupa nem um pouco em medir as palavras, além de ser lindíssima,
considerada a beldade dos salões de baile em Londres.

“— Ah, mas eu acho que
somos perfeitos um para o outro — disse ela, só para cutucá-lo.— Um médico totalmente
maluco — esse sou eu — e uma beldade terrivelmente conivente — essa é você —
mancando juntos rumo a vida de felicidade? Duvido muito. Você tem lido contos
de fadas demais. ”

Até o dia que o vestido
errado, põe toda a sua reputação por água abaixo. O tal vestido que foi usado
em um baile frequentado apenas pela nobreza de Londres, a deixou com um aspecto
arredondado, digamos assim, motivo para as pessoas assumirem que nossa
protagonista está grávida de um príncipe que ela mal beijou.
Linnet então se vê de
mãos atadas e sem visões de um futuro brilhante. Bem, pelo menos até ela
encontrar sua chance de uma vida melhor, ou seja, talvez ela não precise se
mudar para outro continente,pois  todas as suas esperanças se voltam para Piers. O conde
que todos afirmam ser um monstro, uma pessoa grosseira e sem coração. Mas para
nossa beldade essas “qualidades” não passam de pedregulhos em seu caminho, ela
sabe muito bem como domar a fera.
Quando o romance entre
eles finalmente acontece é de tirar o fôlego, é como se eles estivessem apenas
separados por conveniência das estradas tortas da vida, mas que nunca deveriam
ser separados novamente. São almas gêmeas e merecem ficar juntos e serem felizes
para sempre.

“Ele diminuiu o fogo da
lamparina, olhou para Linnet de novo e, finalmente, a apagou. A luz do luar era
suficiente… A luz do luar e a pulsação no pulso dela… E, se os soluços
escaparam, se o lençol ficou molhado e salgado, não havia ninguém, além da lua,
para ver.”

“Seus olhos se
encontraram de um jeito que tinha tudo a ver com amor, do tipo forte o bastante
para fazer alguém voltar da cova, do tipo que nunca desvanece e nunca falha. ”

É ou não é um enredo que
atiça a gente? Eloisa James fez um trabalho incrível e surpreendente nessa nova
versão de A Bela e a Fera, se preparem
para muitas risadas e quem sabe algumas lágrimas. E o melhor de tudo é que seu
trabalho não para por aí, fora a Bela e Fera ainda veremos versões bem inusitadas
de Cinderela, O Patinho Feio, A Princesa e
a Ervilha
e Rapunzel. Vamos
torcer para que a Arqueiro lance algum desses ainda este ano! Como são livros
com histórias independentes a ordem de leitura não importa, então podemos ler
tranquilas. 
Recomendo sim ou claro?
Claro!

O que achei de – Goblin: The Lonely and Great God

Publicado em 6 de abril de 2017
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 K-Drama: Goblin
| Título Original: 쓸쓸하고 찬란하神-도깨비 | Direção: Lee Eung Bok | Lançamento: 12/16 | Emissora: tvN | Episódios: 16

E aí pessoal, tudo bem
com vocês? Então, a dica de hoje não
é de um livro ou filme, e sim de um seriado coreano.  Quem acompanha nossa page sabe que sou louca
por esses dramas coreanos. Eles são curtinhos, mas extremamente viciantes! Geralmente
esses seriados são formados por apenas uma temporada, com o número de episódios
variando de 16 a 20, e justamente por possuir poucos episódios eles têm duração de 1h e alguns quebrados. Para quem nunca assistiu
a um drama coreano, mas está com vontade de arriscar em alguma coisa diferente,
preciso alertá-los quanto a uns detalhes.


Preparem-se  para episódios
recheados de drama, que provavelmente irão deixá-los sem dormir direito. Preparem-se
para dar adeus a vida social no período em que estiverem assistindo ao drama, e
estejam preparados para se pegarem arriscando no coreano com o passar dos episódios.
Depois de algumas séries vocês irão adicionar o coreano como uma segunda língua
no currículo. Bom, pelo menos vocês irão achar que sabem tudo da língua.
Fora tudo isso, vai
surgir também a vontade de guardar dinheiro para conhecer a Coreia. Comigo essa
vontade aparece toda vez que termino um drama, rsrs. Vocês vão pirar nas
coisinhas fofas de papelaria que provavelmente só encontrarão por lá…Ok,
pode ser que a gente encontre algumas dessas coisinhas na Daiso Japan também, rsrs.
Pronto, agora que todos
foram devidamente alertados, está na hora de falar um pouco sobre o último drama
que conquistou meu coração: Goblin – The Lonely
and Great God.

A série conta a história
de um homem que séculos atrás era considerado um grande guerreiro, mas que
para pagar por seus pecados foi transformado em Goblin, e agora terá que viver
durante toda a eternidade vendo todas as pessoas que ama morrerem. Porém,
existe um detalhe na maldição do Goblin, se ele encontrar sua noiva, apenas ela
poderá ver e tirar a espada incrustada no seu peito, quando isso acontecer ele
finalmente poderá morrer.
Mas o que acontece quando
a noiva aparece como uma garota anos mais nova que não faz nem ideia da
maldição que a circula, e o nosso Goblin e ela acabam completamente apaixonados
um pelo outro? Isso mesmo que você pensou! Rios de drama e, claro, como todo bom
seriado coreano, muitas risadas também!

Fazia muito tempo que não
assistia a um drama com uma pegada de fantasia, o Goblin foi tudo o que poderia
querer em drama com esse gênero, além do romance lindo entre os protagonistas.
Por falar nos
protagonistas, os atores escolhidos foram excelentes! Principalmente o Gong
Yoo, um ator que amo que interpretou bem demais, nosso Goblin solitário e incrível.
Quando ele ria dava vontade de rir junto, quando chorava também queria chorar
junto, e se ele fazia alguma estupidez queria está lá só para fazer essa
estupidez ao lado dele.
A noiva do Goblin, Ji Eun
Tak, foi interpretada por uma atriz que ainda não conhecia, mas que surpreendeu
por interpretar uma personagem tão sofrida, mas ao mesmo tempo tão forte e
meiga.
Porém, depois do nosso
protagonista queridinho, quem roubou a cena foi o Ceifador, que por anos tenta
coletar a vida da noiva do Goblin, e que ironicamente acaba indo morar com o próprio
Goblin. 

Apesar da tarefa horrível
do Ceifador, ele é um dos personagens mais engraçados ever! Ele e o Goblin
vivem se pegando como cão e gato, a interação entre eles acabou se tornando,
para mim, um dos momentos mais esperados nos episódios.
Além dos personagens
serem ótimos, da trama nos fisgar do começo ao fim, também somos presenteados
com cenários lindos e uma produção que encanta.
Então, se nunca
assistiram a nenhum drama coreano, talvez seja a hora de arriscar. Se já conhecem esse
mundo viciante, mas ainda não assistiram Goblin
– The Lonely and Great God
, por favor, não percam mais tempo e assistam um
dos melhores dramas de 2016. Ah, para assistir a todos
os episódios legendados basta acessar o DramaFever. 😉

Capa e sinopse:

Nos tempos antigos, Kim Shin era um general
invencível, mas o jovem rei tinha ciúmes de sua grandiosidade e o mata.
Kim Shin se torna um Dokkaebi (Goblin), sendo agora imortal. A princípio
ele pensa que isso é uma benção, mas logo descobre que na verdade é uma
maldição. Kim Shin tem esperado 900 anos por uma noiva que vai acabar
com a maldição.
Em uma noite, Kim Shin salva uma mulher grávida que estava destinada a
morrer. A bebê é chamada de Ji Eun Tak e quando ela completa 9 anos, sua
mãe morre. A menina vê fantasmas e conversa com eles constantemente.
Nos dias atuais, Eun Tak é uma estudante do ensino médio, e escuta dos
fantasmas que ela é a noiva do Goblin. Enquanto isso, Kim Shin conhece
um Ceifador e coincidentemente acabam morando na mesma casa.