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Fantasia

Resenha – Além da Magia

Publicado em 13 de dezembro de 2017
- Editoras, Fantasia, Universo dos Livros

LIVRO ESPECIALMENTE INDICADO a leitores que querem ser surpreendidos por doçura e leveza e renovação num mundo (e em livros) em que há muito sangue, desolação e tristeza. Além da Magia é para se ler sozinho, com os filhos, os primos, para adultos e crianças, para negros e brancos e amarelos e para qualquer crença. Recomendado para quem quer uma brisa de ar fresco e deseja se apaixonar por histórias simples, mas cheias de significados.

Cor é, por definição, a impressão produzida no olho pela luz, segundo a sua própria natureza ou a maneira pela qual se difunde nos objetos. É a aparência dos corpos segundo o modo como refletem ou absorvem a luz. Cor é o que enxergamos e como enxergamos, dependendo de quanta luz é espalhada e de como deixamos que ela nos afete. Continue Lendo

Para Ficar de Olho – Illuminae

Publicado em 25 de setembro de 2017
- Em Inglês, Fantasia, Ficção Científica, Para ficar de olho, Resenhas

LIVRO ESPECIALMENTE INDICADO àqueles que gostam de universos futuristas e ficção científica com uma boa dose de humor, suspense, romance e emoções afloradas. É uma leitura perfeita para qualquer momento: é extremamente viciante, fluida e tem uma edição de arrasar; é o primeiro volume de uma trilogia com dois livros já lançados, portanto, é uma ótima recomendação para os amantes dessas sequências.

Humanidade.

Humanidade é, segundo o dicionário, a natureza humana e o conjunto de características que são particulares a essa forma de ser. Raiva, amor, tristeza, inveja, alegria, crueldade – tudo isso faz parte do que e de quem somos. É benevolência, uma forma bondosa de tratar aos outros e, por fim, é a reunião de todos os seres humanos – o que, numericamente falando, é aproximadamente seis bilhões de pessoas. Os sinônimos sugeridos para humanidade são clemência, compaixão, mundo e beneficência. Os antônimos? Malevolência e inumanidade.

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Resenha – A Traidora do Trono

Publicado em 18 de setembro de 2017
- Fantasia, Resenhas, Seguinte

LIVRO ESPECIALMENTE INDICADO PARA quem ama fantasias ricas e de criaturas místicas que se mostram excepcionalmente humanas. Para ler naqueles momentos em que queremos uma leitura diferente e viciante, perfeita para as ditas (e terríveis) ressacas literárias. Necessário já ter lido A Rebelde do Deserto (é possível conferir a resenha dele aqui)

Você já se afogou alguma vez?

Afogar-se é, resumida e literalmente, asfixiar-se em qualquer líquido. É mergulhar, embeber, afundar-se em algo. Há também o sentido figurado, que com o verbo nós buscamos fazer-nos esquecer, procuramos desaparecer, perdemo-nos em pensamentos e expressamos nosso fracasso: nos afogamos em bebida para de algum modo desafogar a tristeza, afogamo-nos em divagações e morremos afogados num copo d’água.

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Pra Ficar de Olho – Tower of Dawn

Publicado em 8 de setembro de 2017
- E-book, Em Inglês, Fantasia, Para ficar de olho, Projetos

LIVRO ESPECIALMENTE INDICADO PARA quem já acompanha a série Trono de Vidro. Ideal para os fãs de fantasia que adoram a perspectiva de se perder em leituras longas e vívidas, de muitos livros e personagens e emoções, de universos novos e reviravoltas de tirar o fôlego. Este livro, assim como toda a série, é recomendada para momentos em que os leitores sentem-se desejosos por algo novo, algo que o encante, algo que o tire da realidade.

Incêndio. Espero que vocês nunca tenham lidado com um antes ou, se tiveram, que tudo tenha corrido bem. Porque incêndios são perigosos. São mais do que mera propagação do fogo e seu terrível estrago, mais do que o ato de acender o mundo em chamas que lambem qualquer coisa possivelmente inflamável.

Eles são destruição, pura e simples.

E o que vocês fazem, ou pelo menos o que são ensinados a fazer, quando se deparam com um incêndio? Vocês devem procurar ajuda, gritar ou ligar ou chamar por ela; ou tentar, por si só, apagar o fogo, com o extintor certo, do jeito certo.

Ela limpou a garganta, pronta para gritar.
Não sobre estupro, não sobre roubo – não sobre alguma coisa que covardes se esconderiam. Grite sobre fogo, a estranha a instruiu. Um perigo para todos. Se você for atacada, grite sobre um incêndio.

Resumidamente, vocês tomarão cuidado ao lidar com ele, seja sozinhos ou com companhia. Ninguém ensinou a vocês ou a mim ou a nós, céus, que devemos nos atirar ao fogo, abraçar a quentura das chamas e dançar com elas. Ninguém. Sarah – Aelin, demonstrou o perigo do fogo. Ele nos foi escrito, praticamente desenhado e aprendido com a experiência que a pura destruição de suas páginas causam. Nós conhecemos os riscos, sabemos que podemos sofrer e que podemos rir e chorar e amar e, consecutivamente, perder. A gente viu. A gente leu. A gente sabe.

E mesmo assim mergulhamos, ávidos, nas labaredas.

Definitivamente, é o que fazemos ao acompanharmos Aelin e Rowan e Chaol e Dorian e Manon e Lysandra e Aedion e todos aqueles personagens maravilhosos que Sarah criou. Eles são, de fato, maravilhosos. Únicos. E puro fogo.

Tower of Dawn é puro fogo.

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